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Pubicado em: seg, abr 8th, 2019

Caso de chikungunya aumenta necessidade de cuidados contra o Aedes

Esteio – O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) confirmou, na quinta-feira, 4, um caso de febre chikungunya em uma mulher residente de Esteio. É o primeiro caso no ano em que a contaminação acontece dentro do Rio Grande do Sul. A pessoa não tem histórico de viagem e iniciou com sintomas de dores nas articulações, músculos e irritações na pele no dia 21 de março. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) intensificou as ações preventivas e de monitoramento, realizando a varredura por locais com água parada, onde o mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti, se reproduz. O Município também registrou três casos de dengue neste ano. Os pacientes estão em suas casas e recebem acompanhamento da SMS. Nenhuma das situações é de dengue hemorrágica.

Os principais sintomas da chikungunya são febre, dores intensas nas articulações (joelhos, cotovelos, tornozelos e pulsos), pele e olhos avermelhados, dores pelo corpo, dor de cabeça, náuseas e vômitos. Cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas. Normalmente, os sintomas aparecem de dois a 12 dias da picada do mosquito, período conhecido como incubação. O quadro agudo dura até 15 dias e cura espontaneamente.
Assim como a dengue, zika e febre amarela, para prevenir a chikungunya é fundamental que as pessoas reforcem as medidas de eliminação dos criadouros de mosquitos Aedes aegypti nas suas casas, trabalhos e na vizinhança.