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Pubicado em: seg, abr 2nd, 2018

Esteio contempla 100% da demanda de auxiliares na educação inclusiva

“Acho que alguém não precisa mais de mim!”, comemorou a auxiliar de educação Fernanda Ramos, do CMEB Alberto Pasqualini, ao compartilhar, com a equipe da escola, um vídeo da total interação e da alegria do pequeno Brayan, de nove anos, com os colegas durante a aula. Poderia ser uma cena comum de um grupo de alunos do terceiro ano do ensino fundamental, se o menino não fosse diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), deficiência em que a dificuldade de interagir com outras pessoas é uma das principais características.
O desenvolvimento de Brayan, assim como o de Pedro, oito anos, também diagnosticado com TEA, e o de Luiz Felipe, com deficiência intelectual e física, segundo a coordenadora do Centro de Municipal de Educação Inclusiva (Cemei), Cristina Proença, é resultado do trabalho conjunto da equipe de profissionais da escola e as auxiliares de educação da rede municipal de ensino que acompanham os alunos no período em que estão na sala de aula e demais espaços de convivência.
Na última semana, o município registrou 100% de atendimento às crianças e aos adolescentes que necessitam de acompanhamento para as atividades tanto em sala de aula, quanto para locomoção, alimentação e higiene. Ao todo, a rede municipal – composta por 23 escolas – conta com 216 alunos que fazem parte da educação inclusiva. Desses, 107 apresentam necessidade de apoio e contam com a atuação das auxiliares.
O prefeito Leonardo Pascoal explicou que a Administração Municipal não mede esforços para qualificar a educação na rede básica de ensino de Esteio e que a promoção da inclusão é parte fundamental para o desenvolvimento das pessoas. “A gestão eficiente também é aquela que percebe que através da educação, da formação cidadã, as coisas podem mudar. Estamos fazendo a nossa parte sem medir esforços e os resultados já aparecem. Promover a inclusão, investir em espaços e em recursos humanos que qualifiquem o aprendizado de crianças e jovens com deficiência, seja ela qual for, é nosso dever”, afirmou.